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sábado, 2 de maio de 2015

História da turma da Mônica Boas maneiras

Valores éticos e morais no contexto do cotidiano das crianças

Histórias Espíritas para crianças - História da vovó 5 - O dia mais lind...

NÃO SE ABORREÇA,COOPERE


MELINDRES

Não permita que suscetibilidades lhe conturbem o coração
Dê aos outros a liberdade de pensar tanto quanto você é livre para pensar como deseja.
Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.
Muita vez, uma opinião diversa da sua, pode ser de grande auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.
Melindres arrasam as melhores plantações de amizade.
Quem reclama agrava as dificuldades.
Não cultive ressentimentos.
Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.
Não se aborreça, coopere.
Quem vive de se ferir acaba na condição de espinheiro.
*****

Espírito: ANDRÉ LUIZ

Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Postado pelo site EU, ESPIRITA!
- Espiritismo, um novo Amanhecer!
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

AMOR DE MINHA VIDA


Love Of My Life
Love of my life, you've hurt me
You've broken my heart and now you leave me
Love of my life, can't you see?
Bring it back, bring it back, don't take it away from me
because you don't know what it means to me

Love of my life don't leave me
You've taken my love and now desert me
Love of my life, can't you see?
Bring it back, bring it back, don't take it away from me
because you don't know what it means to me

You'll remember when this is blown over
and everything's all by the way
When I grow older, I will be there at your side to remind you
how I still love you, I still love you

please bring me back home to me, because
you don't know what it means to me

Love of my life
love of my life
Uhh... Yeah
Amor da minha vida
Amor da minha vida, você me feriu
Você quebrou meu coração. E agora você me deixa
Amor da minha vida, você não percebe?
Traga de volta, traga de volta não tire isso de mim
Porque você não sabe, o que isso significa para mim

Amor da minha vida, não me deixe
Você pegou meu amor, e agora me abandona
Amor da minha vida, você não percebe?
Traga de volta, traga de volta não tire isso de mim
Porque você não sabe, o que isso significa para mim

Você se lembrar quando isso acabar
E tudo ficar de qualquer jeito
Quando eu envelhecer eu estarei do seu lado para te lembrar
Como ainda te amo, eu ainda te amo

Por favor traga de volta para mim, porque
você não sabe o que isso significa para mim

Amor da minha vida
amor da minha vida
Uh... Yeah


Link: http://www.vagalume.com.br/freddie-mercury/love-of-my-life-traducao.html#ixzz3YwXRIoFd

SER MÃE


Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe.

* * *

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.

Redação do Momento Espírita

ESPIRITISMO PARA CRIANÇAS//PIPO,O BURRICO VALENTE


 
 

Pipo, o burrico valente

Certa vez Pipo, um burrico, cansado de ser desprezado por seus companheiros na cocheira, sentia-se muito infeliz. Não tinha amigos. Os outros animais, cavalos, bois, vacas, carneiros e ovelhas, todos faziam pouco caso dele.
Mimosa, a vaca malhada, mugia:
— Você não serve para nada, Pipo! Eu produzo o leite para meus bezerros e para a alimentação dos filhos do nosso patrão. Mas e você, um burrico, para que serve?
Ruminando o capim, Tufão, o cavalo de raça, levantou a cabeça e concordou:
— É verdade. Se pelo menos Pipo pudesse participar de corridas como eu, a vida dele seria bem diferente. Ah! É tão bom ouvir os aplausos da multidão quando eu venço uma corrida! O patrão me afaga dizendo palavras gentis e, além disso, sempre recebo uma ração extra. Mas nosso burrico, coitado, não serve para nada!...
 
A ovelha Clara sorriu e concordou:
— É bem feito! Se pelo menos Pipo tivesse pelos, como eu, que o patrão tosa para fazer agasalhos e mantas, seria tratado com consideração e respeito. Mas o coitado não tem utilidade alguma!...
A cada animal que falava, o pobre burrico baixava um pouco mais a cabeça, envergonhado, sentindo-se desprezado por todos. Cansado de
ouvir o que diziam dele, Pipo procurou o lugar mais afastado da cocheira, deitou-se e ali ficou quieto e choroso. Os companheiros acabaram se esquecendo dele, falando sobre outros assuntos.
Naquele mesmo dia, mais tarde, caiu uma grande tempestade e os animais não puderam sair da cocheira e ir para o campo. Então, o burrico permaneceu deitado, triste e envergonhado por ser tão sem qualidades. Depois de muito chorar, acabou dormindo enquanto a chuva caía.  
De repente, foi despertado por súbito barulho. Era o patrão que vinha buscar um de seus animais para ajudá-lo a retirar uma árvore que, em virtude da chuva, havia caído no meio da estrada, impedindo a passagem.
O burrico olhou para fora e viu que a chuva tinha parado e o sol voltara a brilhar, mas não se moveu. Estava triste e queria ficar ali, deitado.  
Junto com seu homem de confiança, o patrão olhou para cada um dos seus animais da cocheira e disse pensativo:
 
— Preciso de um animal que seja muito forte!
— Patrão, o que acha de Tufão, o cavalo de raça? Ele é forte! — disse o empregado.
— Acho que não serve. Tufão é muito temperamental.
— Ah! E Mimosa, a vaca malhada? Ela é grande, pesada e tem força, meu senhor!
O patrão pensou um pouco e respondeu:
 
— Não serve. Mimosa tem dificuldade para obedecer. Teimosa, só faz o que quer!
— E a ovelha Clara? Está acostumada a obedecer, senhor.
— É verdade. Mas não tem a força de que precisamos!
De repente, andando pela cocheira, o patrão viu o pobre burrico, que tinha acordado, mas nem se levantara, desanimado da vida, e sorriu:
— Já sei! Pipo, o nosso burrico de carga! Ele tem todas as condições necessárias para executar essa importante tarefa! É forte, obediente e digno de toda confiança.
Assim dizendo, o patrão fez um carinho no lombo do burrico e ordenou:
— Pipo, nós precisamos de você! Levante-se! Temos que tirar uma árvore do meio da estrada e só você pode fazer isso! Vamos, meu valente companheiro!
O burrico abriu os olhos e levantou as orelhas, mais animado. Pôs-se de pé e, de cabeça erguida, orgulhoso de ter sido escolhido para aquela tarefa, passou trotando no meio dos outros animais que, de boca aberta, não acreditavam no que estava acontecendo.
Pipo foi levado para a estrada com todas as honras. O patrão e seu ajudante amarraram cordas no tronco da árvore e, em seguida, passaram pelo corpo do burrico que, usando toda a sua força, puxou, puxou, puxou!... Ele suava e, de cabeça baixa, puxava sempre.  
Tanto se esforçou Pipo, que conseguiu tirar a árvore que atrapalhava a estrada. Depois, todo feliz por ter realizado sua tarefa, voltou para a cocheira.
Quando ele chegou, os demais animais o cercaram, curiosos, indagando como tinha sido o serviço. E ele respondeu, tranquilo e satisfeito:
— Foi fácil! Sou forte e resistente. Estou acostumado com muito peso!
E diante da admiração dos demais, ele comunicou:
— Agora vou descansar um pouco. Trabalhei bastante e mereço!
A vaca, a ovelha, o boi e o cavalo de raça, admirados, passaram a tratá-lo com todo o respeito que o valente burrico merecia. E depois desse dia, nunca mais eles fizeram pouco caso de ninguém, entendendo que todos têm qualidades que, não raro, desconhecemos!  
MEIMEI 
(Recebida por Célia X. de Camargo, em 2 de março de 2015.)