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quarta-feira, 4 de maio de 2016

CLARICE RIOS: O NOVO ALUNO

CLARICE RIOS: O NOVO ALUNO:   Título : O Novo Aluno Autor: Armando Coelho de Carvalho Neto Data: 01/09/2002 Fonte: Livro: Contos e Apólogos MENSAGENS         ...

O NOVO ALUNO

 
Título :O Novo Aluno
Autor:Armando Coelho de Carvalho Neto

Data:01/09/2002
Fonte:Livro: Contos e Apólogos
MENSAGENS
       
A aula já ia começar.
Dona Marta, a professora, preparava o seu material quando um menino franzino aproximou-se :
Bom dia! – cumprimentou-o a professora.
O menino manteve-se quieto, próximo à porta.
Dona Marta foi até ele e carinhosamente pegou-o pela mão apresentando-o à classe.
Este é o Carlos, nosso novo colega.
Carlos sentou-se, já mais à vontade, junto aos outros. Você quer perguntar alguma coisa? Disse a professora. Carlos respirou fundo e perguntou :
Sabe, professora, uma coisa que eu sempre quis saber é o seguinte: Por que eu tenho que aprender Matemática?
Para saber lidar com os números, fazer contas, conhecer figuras e tantas coisas mais, Carlos – explicou a professora.
E português, dona Marta? – quis saber Carlos.
É muito importante, Carlos uma pessoa escrever e falar bem a sua língua. E isso só é possível estudando-se Português.
E Geografia? continuou perguntando o menino.
Estudando Geografia, nós entendemos e conhecemos melhor o nosso espaço, o nosso planeta.
E História do Brasil, nós ficamos conhecendo melhor o nosso país, nossa gente, nosso passado...
Dona Marta, eu gostaria de fazer uma última pergunta: eu aprendo a falar, a contar, a conhecer o meu espaço e a história da minha gente nas ruas, sem casa, com fome, com frio e abandonado à minha própria sorte. Então, por que preciso estudar tudo isso?
Dona Marta, diante da classe em silêncio e bastante comovida, respondeu:
Para mudar, Carlos, e amanhã você poder contar uma HISTÓRIAdiferente para seus filhos.
           
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terça-feira, 3 de maio de 2016

MÃES DO SILÊNCIO

ícone Mães do silêncio
Em Belém, a noite clareava-se pela conta infinita de estrelas que pairava no firmamento. Eles procuravam por um quarto simples em uma hospedaria, no qual pudessem passar a noite.
Mas faltavam vagas. Um nobre senhorio, tomado de compaixão pela senhora que se encontrava em estágio final de gestação, ofereceu-lhes sua estrebaria, de modo que, ao menos, não dormissem ao relento.
Agradecido, o casal acomodou-se sobre o feno destinado à alimentação dos animais. Naquela mesma noite, a jovem deu à luz um menino, cujo nome já havia sido escolhido: Yeshua, do original hebraico ou Jesus, na tradução latina.
O casal, José e Maria, O contemplavam. Seus pequenos olhos, Suas mãos frágeis, os movimentos de Seu diminuto corpo.
Após ligeiro descanso, Maria tomou o menino ao colo e, amamentando-O, sentiu seu coração de mãe ficar apertado. Ela sabia da grandiosa missão de seu pequeno, da imensa responsabilidade dEle para com toda a Humanidade.
Trinta anos se passaram.
Então, seguido por doze apóstolos, Jesus iniciou Sua vida pública, trazendo à Humanidade a lei magna do Universo: a lei do amor.
Em oposição ao olho por olho, dente por dente, ofereceu o perdão, o amor ao próximo, a caridade e a humildade.
Por vezes, foi criticado, atacado e, até mesmo, posto à prova, por conta de Suas ideias revolucionárias. Manteve-se sempre na postura de quem serve, de quem se doa.
O ponto culminante foi quando, diante da autoridade romana, foi-lhe destinado o madeiro da cruz. Inocente de toda culpa, foi crucificado por não agradar aos interesses da classe dominante da época.
Por trás de toda Sua missão e Sua via crucis, esteve a figura de Maria. Seu coração de mãe sofreu todos os amargurantes momentos que culminaram na crucificação de seu filho.
Silenciosa e humilde, ela legou à Humanidade um grande exemplo de resignação.
*   *   *
Em toda mãe, há um traço de Maria.
São mães que se desesperam diante de um filho dependente químico. Mães que dormem em frente aos presídios, esperando o horário das visitas. Mães cujos corações se desfazem em saudades do filho que retornou à pátria espiritual.
Mães que se abstêm de horas preciosas de sono a velar o recém-nascido, um filho doente. Ou preocupadas com o filho adolescente que demora no retorno para casa.
Mães que, no silêncio de seus atos, amam sem interesse, que se oferecem em sacríficio, se necessário for, pelo bem-estar dos seus.
Mães que, a exemplo de Maria, sabem servir, se doar, se calar, sabem ouvir.
Mães que sempre possuem a palavra precisa, na hora certa e da maneira correta.
Mães que, mesmo do outro plano da vida, continuam a zelar e a interceder a Deus pelo filho de seu coração.
Mães que fazem do mundo um lugar melhor, embelezando-o com seus gestos de puro amor.
Discretas, singelas. Mães do silêncio.

Redação do Momento Espírita.
Em 11.5.2013.

PAI NOSSO

Pai nosso
        Jesus de Nazaré, durante os poucos anos em que emprestou Sua presença amiga aos sofredores e ignorantes da Terra, foi visto muitas vezes orando.

        Um dia, um dos Apóstolos rogou a Ele, com desejo sincero de aprender: Mestre, ensina-nos a orar.

        E Jesus, elevando o pensamento, ensinou a mais bela síntese de como se deve fazer uma prece, proferindo a oração dominical, mais conhecida como Pai nosso.

        Considerando todos os demais ensinamentos do Cristo, podemos perceber em Sua oração mais que uma simples prece, mas um roteiro seguro do qual podemos extrair profundas lições.

        Quando Ele diz Pai nosso, evoca o Criador com suprema humildade e submissão, como quem busca a proteção Divina de alma aberta. No entanto, será inútil dizer: Pai nosso, se meus atos me desmentem e meu coração está sempre fechado aos apelos do amor fraternal.

        Quando Ele diz, que estais nos céus, reconhece a supremacia e a grandeza do Senhor do Universo, que a tudo governa com extrema sabedoria. Mas de nada valerá dizer: que estais nos céus, se meus olhos só percebem as coisas materiais e meus valores são bem terrenos.

        Quando Jesus fala, santificado seja o vosso nome, demonstra o respeito e a veneração pelo Ser Supremo. Todavia, se só busco Deus por formalidade e O nego sistematicamente nos mínimos gestos, não adianta dizer: santificado seja o vosso nome.

        Quando Jesus roga: venha a nós o vosso reino, Sua alma se abre para nos ensinar que o reino de Deus está dentro de cada um e que para encontrá-lo é preciso buscar com todas as forças.

        Mas, se gasto a maior parte do meu tempo construindo um reinado de aparências e futilidades, será inútil dizer: venha a nós o vosso reino.

        Quando Jesus profere as palavras: seja feita a vossa vontade, submete-Se fielmente ao Pai, confiante em Suas soberanas Leis. Entretanto, será inútil dizer seja feita a vossa vontade se, em verdade, o que eu quero mesmo é que todas as minhas vontades e os meus desejos mesquinhos se realizem.

        Jesus pede: o pão nosso de cada dia nos dai hoje. Sua rogativa é de um filho agradecido, que reconhece a misericórdia e a providência Divinas. Mas direi em vão, o pão nosso de cada dia nos dai hoje, se nada faço para conquistar o pão que me dá o sustento ou, se o possuo em abundância e desprezo aqueles que padecem fome e frio.

       Jesus fala: perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Neste pedido ensina uma Lei simples e imutável que estabelece o perdão como condição básica para se ser perdoado.

        No entanto, se injusto, gosto de oprimir os mais fracos, desprezo as mínimas regras de solidariedade, e guardo toda mágoa como um tesouro precioso, será inútil dizer: perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

        Ao rogar ao Pai: não nos deixeis cair em tentaçãoJesus nos convida a buscar o amparo do Alto para as nossas intenções de autossuperação, de renovação íntima, de construção do homem novo.

        Mas, de nada adiantará dizer: Não nos deixeis cair em tentaçãose atendo os apelos íntimos dos instintos inferiores que teimam em comandar os meus atos, afastando-me do caminho do bem.

        Jesus solicita ao Criador: livrai-nos do malUm ensinamento valioso para todos aqueles que buscam agir com retidão e desejo sincero de não se afastar das soberanas Leis de Deus.

        Todavia, será inútil dizer: livrai-nos do mal... 

        Se por minha livre vontade busco os prazeres materiais, e tudo o que não é lícito me seduz.

        E, por fim, será inútil dizer: amém ou,  assim seja, se admito que sou assim e alego fraqueza para alterar meu mundo íntimo, nada fazendo para melhorar a minha condição espiritual.
*   *   *
        Importante atentar para a grandeza dos ensinos do Sublime Galileu.

        Atendendo a um simples pedido de um Apóstolo, Jesus legou à Humanidade um roteiro que poderá nos conduzir com segurança na escalada para a autorrealização.

        Basta que procuremos seguir esse roteiro com disposição e coragem e, acima de tudo, com muita vontade.

        Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita 
Em 22.12.2010.

domingo, 1 de maio de 2016

MÃE E FILHA


189 - Que deve fazer a mãe terrestre para cumprir evangelicamente os seus deveres, conduzindo os filhos para o bem e para a verdade?
- No ambiente doméstico, o coração maternal deve ser o expoente divino de toda a compreensão espiritual e de todos os sacrifícios pela paz da família.
Dentro dessa esfera de trabalho, na mais santificada tarefa de renúncia pessoal, a mulher cristã acende a verdadeira luz para o caminho dos filhos através da vida.

A missão materna resume-se em dar sempre o amor de Deus, o Pai de Infinita Bondade, que pôs no coração das mães a sagrada essência da vida. Nos labores do mundo, existem aquelas que se deixam levar pelo egoísmo do ambiente particularista; contudo, é preciso acordar a tempo, de modo a não viciar a fonte da ternura.
A mãe terrestre deve compreender antes de tudo, que seus filhos, primeiramente, são filhos de Deus.
Desde a infância, deve prepara-los para o trabalho e para a luta que os esperam.

Desde os primeiros anos, deve ensinar a criança a fugir do abismo da liberdade, controlando-lhe as atitudes e concentrando-lhe as posições mentais, pois que essa é a ocasião mais propícia à edificação das bases de uma vida.
Deve sentir os filhos de outras mães como se fossem os seus próprios, sem guardar, de modo algum, a falsa compreensão de que os seus são melhores e mais altamente aquinhoados que os das outras.
Ensinará a tolerância mais pura, mas não desdenhará a energia quando seja necessária no processo da educação, reconhecida a heterogeneidade das tendências e a diversidade dos temperamentos.

Sacrificar-se de todos os modos ao seu alcance, sem quebrar o padrão de grandeza espiritual de sua tarefa, pela paz dos filhos, ensinando-lhes que toda dor é respeitável, que todo trabalho edificante é divino, e que todo desperdício é falta grave.

Ensinar-lhes-á o respeito pelo infortúnio alheio, para que sejam igualmente amparados no mundo, na hora de amargura que os espera, comum a todos os espíritos encarnados.
Nos problemas da dor e do trabalho, da provação e da experiência, não deve dar razão a qualquer queixa dos filhos, sem exame desapaixonado e meticuloso das questões, levantando-lhes os sentimentos para Deus, sem permitir que estacionem na futilidade ou nos prejuízos morais das situações transitórias do mundo.

Será ele no lar o bom conselho sem parcialidade, o estímulo do trabalho e a fonte de harmonia para todos.
Buscará na piedosa Mãe de Jesus o símbolo das virtudes cristãs, transmitindo aos que a cercam os dons sublimes da humildade e da perseverança, sem qualquer preocupação pelas gloriosas efêmeras da vida material.
Cumprindo esse programa de esforço evangélico, na hipótese de fracassarem todas as suas dedicações e renúncias, compete às mães incompreendidas entregar o fruto de seu labores a Deus, prescindindo de qualquer julgamento do mundo, pois que o Pai de Misericórdia saberá apreciar os seus sacrifícios e abençoarão as suas penas, no instituto sagrado da vida familiar.
Pergunta 189, do Livro: O Consolador, pelo espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier"

PLANTIO E COLHEITA

 Plantio e colheita
Segundo os dicionários, livre-arbítrio é a possibilidade de decidir, de escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento.
E é dessa forma que a Divindade nos permite conduzir nossa existência.
Isso quer dizer que dependemos apenas do próprio juízo, da análise pessoal, do confrontar com a própria consciência para tomar as decisões em nossa vida.
A Providência Divina, de maneira educativa, nos propicia a oportunidade das escolhas.
E, por uma questão de justiça, nos oferece, a título de aprendizado, as consequências plenas de nossas ações.
É assim que o juiz responderá pelo que fizer nos tribunais que presidir, pelas sentenças que proferir.
O executivo prestará contas da administração das fortunas que estiveram sob sua responsabilidade.
O gestor público enfrentará as consequências proporcionais à qualidade de suas ações.
O professor se responsabilizará pelo bom ou mau uso que fez nas lides de sua profissão.
O funcionário será considerado pela qualidade do seu agir e de sua conduta.
Somos livres para tomar nossas decisões. Deliberamos conforme desejamos.
Porém, nos acorrentamos a elas, e delas somos vítimas ou beneficiários, uma vez que as executamos.
Sempre agiremos da maneira que acreditamos mais adequada ou conveniente. Porém, teremos que prestar contas de tudo que fizermos.
Ninguém engana a Justiça Divina que tudo vê, dos insignificantes aos mais expressivos atos.
As atitudes errôneas, mesmo aquelas ocultas aos homens, aquelas que acreditamos ter conseguido burlar a justiça humana, não passam despercebidas pela Justiça Divina.
Portanto, agir positivamente, de maneira ética, é questão de sabedoria. Todo o bem que executarmos, mesmo que silenciosa e anonimamente, será computado em nossa contabilidade pessoal.
Por isso mesmo, as dificuldades que nos surjam, mesmo quando a consciência nos afirma que não agimos de forma equivocada; quando os sucessivos tropeços e dores se apresentem, guardemos a certeza de que são apenas os débitos de outrora, que estão nos chegando.
E nos chegam, agora, porque a Divindade entende que detemos as condições de quitá-los.
É graças a este mecanismo que os desígnios de Deus, sem exceção alguma, são sempre justos e corretos.
Normalmente, nossa memória não alcança a causa dos sofrimentos.
Por bondade e a favor de nosso equilíbrio, o Pai Celeste nos oferece o esquecimento do passado delituoso, para que melhor enfrentemos as suas consequências.
O entendimento da Justiça Divina, a fé que se constrói lúcida, pautada na razão, nos darão alento para seguirmos nossa jornada.
Somos herdeiros de nossos atos. Nada do que nos suceda se deve a castigo divino, vingança celestial, ou esquecimento do Pai amoroso e bom.
Nossas desventuras são as consequências da inobservância da lei de amor.
E são o convite à reflexão e ao aprendizado, para que o amor, efetivamente, se instaure em nossa intimidade.
Sob esse prisma, entenderemos a dor como bênção, buriladora das nossas vidas. Ela nos haverá de conduzir a patamares superiores de evolução.
Redação do Momento Espírita.
Em 13.6.2015.

AS PEDRAS FALARÃO

ícone As pedras falarão
Os seguidores do Cristo, que buscam compreender Seus ditos, nem sempre conseguem entender, de pronto, a idéia que se oculta por trás das letras.
Um exemplo disso é quando Jesus fala aos fariseus que, se os Seus discípulos se calassem, as pedras falariam.
Ora, como entender que as pedras pudessem falar, sendo objetos inanimados?
É imperioso extrair o espírito da letra para que possamos compreender tal assertiva.
Considerando-se que, naquele tempo, os mortos eram sepultados em buracos cavados nas rochas e, entendendo que Jesus se referiu às pedras como túmulos, fica mais fácil o entendimento.
Mas se as pedras não podem falar, tampouco os túmulos falariam.
Se ponderarmos que Jesus se referia aos mortos, então penetraremos o verdadeiro sentido das Suas palavras.
Se os discípulos se calassem, os Espíritos falariam. Como de fato falaram e falam até hoje.
Em todos os tempos e nas mais variadas religiões, a História registrou a manifestação dos Espíritos a se comunicarem com os homens.
Eles têm buscado mostrar-se de muitas maneiras. Desde uma simples aparição até às interferências mais ostensivas.
Tais comunicações são sempre interpretadas segundo a crença a que pertença aquele que as percebe. Mas seja como for, sempre há uma manifestação de além-túmulo.
São os Espíritos dos homens que já morreram, que voltam a se comunicar com os ditos vivos.
Não é outro o motivo pelo qual há, hoje, espalhados pelo Mundo, muitos santuários construídos onde alguém, algum dia, viu uma dessas aparições.
Algumas pessoas acreditam que somente os santos ou o Espírito Santo pode se manifestar, mas não são poucos os casos de aparições menos agradáveis. É que, tanto os bons quanto os Espíritos infelizes se comunicam, de alguma forma, conosco.
No caso desses últimos, não se constroem santuários onde eles foram vistos. Diz-se que são lugares assombrados.
A realidade é que os ditos mortos se comunicam conosco. Seja para orientar, para perturbar ou para buscar socorro.
Hitler os ouvia a tal ponto, que passava noites sem dormir por causa das vozes perturbadoras.
Francisco de Assis ouviu uma voz que lhe falou da missão que lhe competia.
Joana d'Arc ouvia as vozes do Além, a orientá-la nas decisões que deveria tomar.
Sócrates, o grande filósofo grego, ouvia vozes inaudíveis aos demais, que o acompanhavam sempre.
Tanto o Antigo como o Novo Testamento estão repletos de manifestações de Espíritos, que se comunicaram em diversas ocasiões. São os chamados anjos que foram registrados em vários momentos da Bíblia.
Se verificarmos a História da Humanidade, constataremos que em todos os tempos foram registradas as comunicações de além-túmulo.
E, nos dias de hoje, não poderia ser diferente. As pedras ou os ditos mortos, continuam a falar conforme a afirmativa do Cristo aos fariseus.

Você sabia?

...que, se elevamos o pensamento ao santo de nossa devoção estamos buscando a comunicação com almas do além-túmulo?
É que os santos são homens e mulheres que viveram na Terra e, de alguma forma, ajudaram as pessoas que hoje os buscam em oração.
E você sabia que se estiver ao seu alcance, os santos ou Espíritos Superiores, sempre buscam atender as preces que lhes são dirigidas?