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terça-feira, 26 de julho de 2016

A PARÁBOLA DA ROSA




A parábola da rosa

 

Certa vez, um homem plantou uma roseira e passou a regá-la constantemente.

Assim que ela soltou seu primeiro botão que em breve desabrocharia, o homem notou espinhos sobre o talo e pensou consigo mesmo: "como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos?"

Entristecido com o fato, ele se recusou a regar a roseira e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar a rosa morreu.

Isso acontece com muitos de nós com relação à nossa semeadura.

Plantamos um sonho e, quando surgem as primeiras dificuldades, abandonamos a lavoura.

Fazemos planos de felicidade, desejamos colher flores perfumadas e, quando percebemos os desafios que se apresentam, logo desistimos e o nosso sonho não se realiza.

Os espinhos são exatamente os desafios que se apresentam para que possamos superá-los.

Se encontramos pedras no caminho é para que aprendamos a retirá-las e, dessa forma, nossos músculos se tornem mais fortes.

Não há como chegar ao topo da montanha sem passar pelos obstáculos naturais da caminhada. E o mérito está justamente na superação desses obstáculos.

O que geralmente ocorre é que não prestamos muita atenção na forma de realizar nossos objetivos e, por isso, desistimos com facilidade e até justificamos o fracasso lançando a culpa em alguém ou em alguma coisa.

O importante é que tenhamos sempre em mente que se desejamos colher flores, temos que preparar o solo, selecionar cuidadosamente as sementes, plantá-las, regá-las sistematicamente e, só depois, colher.

Se esperamos colher antes do tempo necessário, então a decepção surgirá.

Se temos um projeto de felicidade, é preciso investir nele. E considerar também a possibilidade de mudanças na estratégia.

Se, por exemplo, desejamos um emprego estável, duradouro, e não estamos conseguindo, talvez tenhamos que rever a nossa competência e nossa disposição de aprender.

Não adianta jogar a culpa nos governantes nem na sociedade, é preciso, antes de tudo, fazer uma avaliação das nossas possibilidades pessoais.

Se desejamos uma relação afetiva duradoura, estável, tranqüila, e não conseguimos, talvez seja preciso analisar ou reavaliar nossa forma de amar.

Quando os espinhos de uma relação aparecem, é hora de pensar numa estratégia diferente, ao invés de culpar homens e mulheres ou a agitação da vida moderna, ou simplesmente deixar a rosa do afeto morrer de sede.

Há pessoas que, como o homem que deixou a roseira morrer, deixam seus sonhos agonizarem por falta de cuidados ou diminuem o seu tamanho. Vão se contentando com pouco na esperança de sofrer menos.

Mas o ideal é estabelecer um objetivo e investir esforços para concretizá-lo.

Se no percurso aparecer alguns espinhos, é que estamos sendo desafiados a superar, e jamais a desistir.

***

Quem deseja aspirar o perfume das rosas, terá que aprender a lidar com os espinhos.

Quem quer trilhar por estradas limpas, terá que se curvar para retirar as pedras e outros obstáculos que surjam pela frente.

Quem pretende saborear a doçura do mel, precisa superar eventuais ferroadas das fabricantes, as abelhas.

Por tudo isso, não deixe que nenhum obstáculo impeça a sua marcha para a conquista de dias melhores.

A MINHA RELIGIÃO

távamos assistindo a um programa de televisão, um dia desses, e não
pudemos deixar de registrar um fato interessante.
O repórter estava entrevistando um ex-jogador de futebol que foi
contemporâneo de Pelé, Garrincha, e outros mestres do esporte.
A entrevista transcorria de maneira agradável, pois o repórter conduziu a
conversa fazendo correlação entre o futebol e a vida cotidiana.
Em vários momentos o entrevistado deixou transparecer a sua boa conduta
perante a vida.
Era um jogador exemplar; um esposo dedicado e fiel; um pai amável e
companheiro; não era dado a farras e bebedeiras; sempre foi benquisto pelos
colegas de profissão.
Em cada item desses, o repórter questionava: "por que você age assim?" E ele
respondia: "é por causa da minha religião."
Os valores expressados pelo desportista causavam agradável impressão ao
telespectador.
O seu exemplo de vida certamente despertou a curiosidade de muitos, para
saber qual era a religião que professava.
O repórter, como que captando a curiosidade geral, fez a pergunta tão
esperada: "e qual é a sua religião?"
Para surpresa de todos, o ex-jogador disse convicto: "minha religião, é que
eu não tenho religião.
Como sei que a minha vida vai acabar no túmulo, quero deixar para meus
familiares uma boa imagem, um bom exemplo."
O que mais nos impressionou no depoimento daquele homem, foi a sua
disposição firme de ser honrado, nobre, digno, mesmo acreditando que sua
vida acaba no túmulo.
Podemos dizer que seu exemplo deve provocar sérias reflexões naqueles que
professam uma religião, que acreditam na imortalidade da alma, que têm  em
Deus, e não agem como tal.
Alguns acreditam, sinceramente, que o fato de seguirem esta ou aquela
religião, basta para que tenham sua felicidade futura garantida. Para que
tenham um lugar de destaque no além.
No entanto, podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que o que importa para
as leis divinas, não é a bandeira religiosa que se ostenta, mas as obras
realizadas.
As leis de Deus darão a cada um segundo as suas obras. Nada mais. Nada
menos. Se assim não fosse, não seria justo. E Deus é a suprema justiça.
religião, portanto, é um meio para que se atinja um fim, que é o
aperfeiçoamento do ser humano.
Por isso afirmam, com muita propriedade, os sábios do espaço, que a melhor
religião é a que maior número de homens de bem fizer.
Se a pessoa tem boa índole e não deseja se vincular a esta ou aquela
religião, não deixará de entrar no reino dos céus, pois o reino dos céus,
como afirmou Jesus, está dentro de nós, e não fora.
No caso do ex-jogador, sua religião é a sua própria consciência. E sua
consciência é uma bússola segura.
De tudo isto podemos concluir que mais importante do que ter uma religião, é
ser um homem de bem.
Não queremos dizer com isto que não existam e não existirão homens de bem no
seio das religiões, isso não.
A história registrou e ainda registrará grandes vultos no meio religioso.
Homens livres para amar a todos, sem barreiras nem preconceitos.
homem verdadeiramente livre e bom entende que nós somos todos filhos de
Deus. E nosso destino é o amor.
Quando praticarmos o amor ao próximo como a nós mesmos cumpriremos o nosso
objetivo na terra.
Uma grande família; uma família que se abraça mais, e sabe respeitar a todos
independente de credo, raça e condição social.
Quando o amor nortear nossas vidas, não precisaremos mais lutar e matar em
nome de Deus. Estaremos mais fortes para enfrentar outros tipos de desafios;
respiraremos ares de paz e união.
Pense nisso!
Procure ser melhor hoje do que foi ontem, e melhor amanhã, do que está sendo
hoje.
Seja um homem de bem, tentando acertar o máximo que puder, para que, quando
alguém lhe perguntar qual a sua religião, você possa responder: "a minha
religião é o amor."
Pense nisso!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A HISTÓRIA DE TOMMY



A história de Tommy

John Powell, professor de teologia na Loyola University de Chicago, conta que no primeiro dia de aula conheceu um jovem especial: esse jovem era Tommy.

De maneira irreverente, Tommy entrou penteando seus longos cabelos louros, que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros.

Imediatamente John classificou Tommy com um "e" de estranho... muito estranho.

O jovem acabou se revelando o "ateísta de plantão" do seu curso. Constantemente, ele fazia objeções, fazia troça ou gemia diante da possibilidade de existir um Deus-Pai que amasse seus filhos, incondicionalmente.

Quando terminou o curso, Tommy se aproximou para entregar seu exame final e perguntou a John, num tom ligeiramente cínico: "o senhor acredita que eu possa encontrar Deus algum dia?"

O professor decidiu fazer uma terapia de choque, e respondeu enfaticamente: "não!"

Ah!, respondeu Tommy, "eu pensei que este fosse o produto que o senhor estava tentando nos impor".

John deixou que ele desse uns cinco passos fora da sala e gritou: "Tommy, eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que ele o encontrará".

Mais tarde, John veio a saber que Tommy tinha se formado e ficou aliviado. Depois, uma notícia triste: soube que Tommy estava com um câncer terminal.

Antes que o ex-professor fosse ao encontro de Tommy, ele veio procurá-lo. Quando entrou no seu escritório, John reparou que seu físico tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos se foram, sob o efeito da quimioterapia.

Mas John notou também que os olhos do jovem estavam brilhantes e a sua voz estava firme.

Tommy, tenho pensado tanto em você!, disse o ex-professor. Ouvi dizer que você estava doente!

"Ah, é verdade, estou muito doente. Tenho câncer em ambos os pulmões. Agora é uma questão de semanas.", afirmou o jovem.

"Você consegue conversar a respeito disso, Tommy?"

"Claro, o que o senhor gostaria de saber?"

"Como é ter apenas vinte e quatro anos e estar morrendo?"

"Acho que poderia ser pior", disse o rapaz.

"De que maneira?", perguntou John.

"Bem, assim como ter cinqüenta anos e não ter noção de valores ou ideais, pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas verdadeiramente "importantes" na vida."

"Mas, a razão pela qual eu realmente vim vê-lo", disse Tommy, "foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula".

"Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia e o senhor respondeu: não!, o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse: mas ele o encontrará."

"Pensei um bocado a respeito daquela frase, embora naquela época não pensasse muito em procurar por Deus. Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e disseram que era um tumor maligno, encarei com mais seriedade a procura de Deus."

"E quando a doença se espalhou pelos meus órgãos vitais, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas do paraíso. Mas Deus não apareceu."

"Um dia acordei e em vez de atirar mais alguns apelos por cima de um muro, atrás de onde Deus poderia ou não estar, simplesmente desisti. Decidi que de fato não estava me importando... Com Deus, com uma vida eterna ou qualquer coisa parecida."

"Resolvi gastar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa. Lembrei-me de outra frase que o senhor havia dito: "a tristeza mais profunda é passar pela vida sem amar".

"Mas seria quase tão triste deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas que você as ama."

"Então comecei pela pessoa mais difícil: meu pai."

"Ele estava lendo o jornal quando me aproximei e lhe falei: papai. . ."

- Sim, o quê? Perguntou sem baixar o jornal.

- Papai, eu gostaria de conversar com você.

- Então converse.

- É um assunto muito importante!

O jornal desceu, vagarosamente, alguns centímetros...

- O que é?

- Papai, eu te amo. Só queria que você soubesse disso...

O jornal escorregou para o chão e o meu pai fez duas coisas que eu não me lembro de tê-lo visto fazer jamais.

"Chorou e me abraçou. Conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manhã seguinte."

"Foi mais fácil com a minha mãe e com o meu irmão mais novo."

"Eu só lamentei uma coisa: ter esperado tanto tempo."

"Então, um dia, eu me voltei e lá estava Deus. Ele não veio ao meu encontro quando eu lhe implorei. Mas o que é importante é que ele estava lá. O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter parado de procurar por Ele."
Adaptação feita pela equipe de redação do momento espírita, de história disponível na página: http://users.iron.com.br/~acrespo/amorepaz/ahistoriadeTommy.htm

A Noviça Rebelde (LEG)

domingo, 24 de julho de 2016

Stevie Wonder Lately legendado

OS QUE FAZEM A DIFERENÇA

nta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Depois de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse:
"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez".
Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.

"Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.
Em todos esses anos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro.
Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo.
Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença.
De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, 5 são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança.
E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora.
Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.
Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.
Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje". 

O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total.
Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do “resto”, e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença.
Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa a classificará, de fato, num ou noutro grupo.
Pense nisso!
Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz.
Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência.
Seja fazendo uma faxina, atendendo um cliente, cuidando de uma criança ou de um idoso, limpando um jardim ou fazendo uma cirurgia, seja especial.
Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz.
Ou você faz tudo da melhor forma possível, ou fará parte do “resto”.
Pense nisso e seja alguém que faz a diferença...
Alguém que com sua ação torna a vida das pessoas melhores.

ONDE FOI PARAR A TERNURA

cê, que já constituiu um lar com a pessoa que embalou suas horas nos primeiros momentos de namoro, às vezes se pergunta: onde foi parar aquela ternura de outrora? 
Aquele afeto que nos unia como se fossemos um só, onde andará?
Quando ouve aquela música que costumavam ouvir juntos e seu coração vibra com a mesma emoçãodos tempos idos, pensa em silêncio: o que aconteceu com aquele doce encantamento do início?
Olha para o companheiro ou companheira e tem a impressão de que já não vê mais a mesma pessoa.
Uma onda de saudade lhe invade a alma e a melancolia chega com sabor de amargura.
Parece que as cinzas das dificuldades abafaram a chama do amor...
Todos esses capítulos fazem parte da história de grande parte dos casais.
O que acontece é que nos envolvemos com os compromissos de tal forma, que esquecemos de manter acesa a chama afetiva dos primeiros tempos.
Na realidade ela não se apagou e, por vezes, está ainda mais forte. Nós é que não nos damos conta disso.
É natural que a paixão arrebatadora que propiciou a união, ceda lugar a uma amizade que somente o tempo de convívio pode sedimentar nos corações. E essa amizade vai se consolidando dia após dia, nos mínimos cuidados que quebram a rotina.
Uma balconista da seção de cosméticos de uma loja conta que um dia notou um rapaz a observar umas caixas de sabonete expostas no balcão. Ofereceu-se para ajudá-lo e ele aceitou dizendo que desejava comprar uns sabonetes finos para presentear a esposa. Por fim escolheu uma caixa bem vistosa e pediu para que ela fizesse um embrulho bem bonito.
Uma semana depois, a balconista notou que o mesmo rapaz estava em outra seção olhando artigos para senhoras. Dirigiu-se a ele e lhe perguntou se a sua esposa havia gostado dos sabonetes que ele levou no outro dia.
- Bem, ela ainda não os achou, foi a resposta.
- Veja, senhorita, eu tenho um plano. Escondo algo para que minha mulher encontre sem esperar.
- Ela encontrará os sabonetes na próxima semana, quando for limpar a dispensa. É uma surpresa para quebrar a monotonia do serviço caseiro, concluiu o jovem esposo.
São esses cuidados e atenções que alimentam a chama da amizade e do afeto verdadeiros.
Não são necessários grandes feitos para cultivar a ternura, mas é preciso que sejam constantes e que o respeito seja parte integrante do relacionamento.
Um mimo inesperado, uma palavra de incentivo, uma flor singela, um abraço, um gesto de carinho, são ingredientes seguros para a manutenção de qualquer casamento. E o que é melhor: não têm contra-indicação.
“O casamento é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos, espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades da evolução.”