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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

QUALIDADE DO AMOR

    Qualidade do Amor

    Você ama? O que é amor?

    Uma poética definição do Espírito Emmanuel diz que O amor é a força de Deus que equilibra o Universo.

    Por aí podemos notar o poder deste sentimento.

    Na nossa vida diária o amor ocupa lugar de destaque.

    Não existe quem não ame a ninguém ou a nada. O ser humano é eminentemente afetivo.

    A capacidade de amar é a virtude por excelência, chama especial que nos assemelha ao Criador.

    Alguns amam o seu trabalho, outros a sua religião.

    Alguns amam seus bens, outros a sua arte.

    Alguns amam o esporte; outros amam os animais...

    Mas todos nós, sem exceção, amamos a outras pessoas, sejam amigos, esposa, marido, filhos, mãe, pai, avós...

    Você mesmo que nos lê agora, deve, neste instante, pensar nas pessoas que ama.

    Mas uma questão se impõe quando se fala de amor: Quem ama se desentende?

    É óbvio que, se falamos de amor com "a" maiúscula, jamais ele provocará desentendimentos. Entretanto, esseamor sublime é a conquista da vida, é o amor completo, amor integral.

    Na nossa marcha evolutiva, contudo, muitos de nós estamos por conquistar esse amor, o que não impede que o sintamos e o manifestemos.

    Digamos assim que o nosso amor não está pronto. Está, pois, incompleto.

    É por este motivo que nos desentendemos.

    Algumas pessoas pensam que não se amam, porque têm dificuldades de se dar.

    Para que o nosso amor se torne completo faz-se necessário o apoio daquilo que chamamos os complementos doamor.

    afeto que sentimos por alguém é o estímulo para a conquista dos complementos, sejam eles: o perdão, aalegria, o carinho, a renúncia, o companheirismo e a compreensão.

    Procure perdoar as pessoas que ama. Ponha-se no lugar delas e pense se também não está sujeito a erros.

    Busque viver alegremente, iluminando-se e àqueles que ama. Só o fato de ter um amor já é motivo para festa.

    Seja carinhoso com seus amores. Não há dificuldade de relacionamento que resista à força do carinho.

    Renuncie a coisas pessoais, a fim de dar espaço para o seu amor. A melhor forma de pensar em si é pensar um pouco nos outros.

    Ofereça ao seu amor a luz desses complementos e você vai perceber que para amar com "a" maiúscula, basta querer com "q" também maiúscula.

    Você sabia que o ódio é o amor doente?

    Ninguém odeia gratuitamente e, na maioria das vezes, o ressentimento é fruto do sofrimento que a pessoaodiada provocou em nós mesmos ou em alguém a quem amamos.

    ódio, porém, tem o poder de desequilibrar a nossa capacidade afetiva, nos fazendo, inclusive, magoar mesmo às pessoas que amamos.

    E você sabia que a mágoa é o amor melindrado?

    Se você está magoado com alguém é porque ama esse alguém.

    Se ama, então por que não perdoar?

    Não se canse de amar.

    Insistindo no amor você conseguirá impregnar as pessoas ao seu redor, recebendo as bênçãos de que se reveste.

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PRIVILEGIADA VELHICE

    Privilegiada Velhice

    O anúncio de sua morte se deu em 2009, poucos dias antes dela completar noventa e nove anos de idade. Em 2005, foi descoberta por uma equipe de reportagem, realizando seu voluntariado junto a idosos.

    Natural de Bassano del Grappa, norte da Itália, veio para o Brasil fugindo da guerra.

    Ela ganhou as telas das emissoras televisivas, sendo entrevistada em dois programas nacionais, em 2008. Numa delas afirmou que, no ano anterior, aos noventa e sete anos, tinha renovado sua carteira de motorista.

    E, apesar de recomendações dos familiares para abandonar a direção, ela continuou a comparecer ao serviço voluntário, em dois locais diferentes, dirigindo seu fusca laranja, ano 74.

    Recebeu do governo do Rio Grande do Sul o trou Ana Terra, pelos relevantes serviços prestados à comunidade.
    Radicada em Bento Gonçalves, no estado gaúcho, demonstrava agilidade física e mental.

    Seu nome é Ana Varianni. Servindo ao seu semelhante, no Lar do ancião e na Sociedade Beneficente Santo Antônio, mostrava grande carinho.

    Em uma das instituições, era responsável por nada menos de doze idosos, que se encontravam na faixa dos setenta-setenta e cinco anos.

    Servia-lhes a alimentação na boca, dadas as deficiências de que eram portadores. E, no seu sotaque italiano carregado, que lhe conferia ainda mais especial sonoridade, ela amassava a comida para os que não tinham possibilidade de boa mastigação e incentivava:
    Ora, vamos, onde se viu uma senhora dessa idade não querer comer? Se não comer, não pode viver. Vamos lá!
    Cuidadosa, afirmava que agora, quase aos cem anos, não se permitia dirigir em grande velocidade, ia devagar. A uma indagação espirituosa do entrevistador que se disse apaixonado por ela e lhe propôs casamento, elaobjetou:
    Meu amigo, nessa altura da vida, o melhor é que sejamos bons amigos!

    Seu filho assim se expressou, quando da ocorrência de sua morte: Tenho a melhor das lembranças de minha mãe. Ela viveu intensamente e alcançou todos os objetivos da vida dela com os filhos, os netos e trabalhando para o bem-estar da sociedade.

    Ana morreu deixando o exemplo do dinamismo que os anos não podem apagar. Altera-se a máquina física, asforças já não são tão intensas, contudo, a vontade de agir permanece firme.

    Exemplo para tantos que nos dizemos tristes porque já não podemos fazer tudo que fazíamos na juventude. Seria de analisar: Será que não conseguimos mesmo ou será que nos acomodamos, em nome de uma certasoma de anos vividos?
    Exemplos inúmeros existem que nos demonstram que o Espírito se sobrepõe ao corpo e o comanda.

    Maia Plisetskaya, a bailarina russa, aos sessenta e um anos de idade, com um corpo impecável de bailarina clássica, dançou O lago dos cisnes.

    Interpretou a infeliz Odete que, transformada em cisne branco morre de amores. Extraordinária performance.
    Essas criaturas nos dizem que devemos sacudir a poeira dos ombros, retirar as teias de aranha do pensamento e viver.

    Viver intensamente, não nos permitindo parar de aprender, de estudar, de produzir. Da forma que consigamos.
    Alguns poderemos ter algumas limitações. Busquemos superá-las e, de uma vez para sempre, retiremos do nosso vocabulário as frases: Estou velho. Não sirvo mais para nada.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A VIDA DE RELAÇÃO

A vida de relação


Em O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, encontramos a seguinte pergunta feita aos Espíritos: 

A vida social está em a natureza? 

Ao que os Benfeitores responderam: 

Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação. 

Não sendo o homem portador de faculdades completas, lógico é que, mediante o inter-relacionamento social elas se completem para o seu bem-estar e progresso. 

Dessa forma, as oportunidades de convívio nos são oferecidas desde cedo. O lar é nossa primeira experiência de vida em sociedade e onde aprendemos as lições básicas de inter-relacionamento. 

Depois vem a escola, e em seguida o trabalho profissional. 

E é no ambiente de trabalho que passamos grande parte da nossa existência, convivendo, geralmente, com pessoas que, em princípio nos são estranhas. 

Todavia, se é nesse ambiente que passamos boa parte da vida, porque não torná-lo o mais agradável possível? 

Devido à falta de cuidado e atenção, muitos de nós fazemos do local de trabalho um verdadeiro campo de guerra. 

Substituindo a cooperação pela competição, sofremos e fazemos sofrer, numa ânsia insana de galgar lugares de destaque. 

Esquecidos de que não somos conhecedores de tudo e que podemos fazer da cooperação uma forma de fortalecimento da equipe, desejamos fazer carreira solo. 

Quando Jesus, o grande Sábio da Humanidade, Se referiu à fortaleza do feixe de varas, era exatamente à união e à cooperação que Ele se reportava. 

Solidários, seremos união, separados uns dos outros pela sede de competição, seremos meros pontos de vista. 

O reino animal nos dá excelentes exemplos de convivência pacífica e cooperação entre seres de espécies diferentes. 

Recentemente vimos um vídeo que mostrava um camarão e um peixe numa parceria perfeita. 

O peixe podia ver mas não tinha moradia. O camarão era cego mas possuía uma grande toca para se abrigar. 

Mesmo sem a linguagem articulada, ambos acertaram um sistema perfeito de cooperação mútua. Enquanto o camarão trabalhava, ampliando as galerias da toca, o peixe ficava vigiando a entrada. Se surgisse um perigo, o peixe imediatamente entrava e impedia que o camarão fosse até o exterior. 

E quando o camarão saía para se alimentar dos musgos existentes no exterior da toca, mantinha uma antena encostada no dorso do peixe e, ao menor movimento ambos se refugiavam imediatamente. 

* * * 

E quanto a nós, que possuímos a fala e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação, como as temos utilizado? 

Seria importante que nos detivéssemos um pouco para pensar ou repensar nosso comportamento, já que estamos vivendo os dias do século vinte e um. 

O Senhor estabeleceu a cooperação como base indispensável de êxito a qualquer trabalho. 

O arado é precioso, mas inútil, se não possui a mão do lavrador que o dirige. O êxito é uma bênção de forças conjugadas da natureza.
Redação do Momento Espírita com pensamentos finais do verbete Cooperação, do livro Dicionário da alma, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Disponível no livro Momento Espírita, v. 1 e CD Momento Espírita, v. 4, ed. Fep.

OS VERDADEIROS HERÓIS

Os verdadeiros heróis


Segundo o dicionário, herói é o homem notável por suas qualidades extraordinárias. 

Em todas as épocas, a Humanidade elegeu e aclamou heróis. 

Entre eles, contam-se governantes iluminados pelo amor ao seu país e ao seu povo. 

Também se enumeram filósofos e pensadores de grande talento. 

Líderes de resistência contra governos despóticos e cientistas dedicados, igualmente figuram no panteão dos heróis. 

Esses homens sempre foram considerados modelos a serem seguidos, por suas excepcionais virtudes.

Atualmente, a Humanidade vive uma fase de turbulenta transição. 

Antigos padrões de comportamento são revistos. 

Valores consolidados são questionados ou rejeitados, sem muita análise. 

O relevante parece ser ousar e inovar, ainda que sem grande critério. 

A liberdade é valorizada ao extremo, embora não haja preocupação com a responsabilidade, sua natural contraparte. 

Nesse contexto de valores ambíguos, carentes de reflexão e consolidação, surgem novos padrões de conduta. 

Personagens exóticas são facilmente alçadas à condição de heróis. 

Os passos dessas figuras inquietas são seguidos pela mídia. 

Uma multidão fascinada e irrefletida os observa com êxtase e comenta e copia suas palavras e atos. 

O novo panteão de heróis é formado por um grupo de criaturas de origem e personalidades variadas.

Há participantes de shows que pretendem imitar a realidade da vida. 

Inexplicavelmente, intrigas e brigas que promovem em recinto fechado, mas mostrado pela televisão, os endeusam perante o imaginário popular. 

Expectadores ávidos de baixezas acompanham o desempenho desses ídolos. 

Há também artistas muito belos, mas desequilibrados, pelos quais as massas se apaixonam. 

Muitos deles se deixam fotografar e filmar em cenas despudoradas. 

De outro lado, não faltam atletas regiamente remunerados, mas com padrão de comportamento pouco elogiável. 

Os novos heróis produzem escândalos, iniciam e terminam relações afetivas com rapidez vertiginosa. 

Mas a multidão os acompanha, subjugada por sua juventude, seu brilho, sua beleza e sua arrogância. 

Entretanto, o que há de nobre e aprazível no comportamento de tais pessoas? 

Uma ligeira reflexão permite concluir que o heroísmo não se expressa mediante comportamentos exóticos. 

O genuíno herói há de ser alguém que contribui para a construção de um mundo melhor. 

Nessa linha, há inúmeros heróis anônimos, cujo comportamento merece ser admirado e copiado. 

Por exemplo, o jovem que diz não às drogas e à promiscuidade. 

O estudante atento a seus deveres e que não cola, mesmo tendo oportunidade. 

O filho que cuida dos pais idosos ou enfermos. 

O professor que leciona com dedicação e competência, mesmo quando mal remunerado. 

Os pais que gastam tempo orientando seus filhos, a fim de que não se percam nas ilusões do mundo.

O empresário honesto, que não sonega tributos e nem lesa seus clientes. 

Onde quer que haja alguém preocupado em ser honesto e solidário, em construir um Mundo melhor, aí se tem um herói. 

Ao eleger seus ídolos e modelos, pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. XXIX, do livro Jesus e vida, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

domingo, 23 de outubro de 2016

ESPITIRINHAS


QUARTA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2013

SÁBADO, 26 DE JANEIRO DE 2013

QUARTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2013

SEGUNDA-FEIRA, 24 DE DEZEMBRO DE 2012

116 - PREFERÊNCIAS DE NATAL


Desejo uma Feliz comemoração de Natal. 
Enfeitemos nossas árvores com alegria e luzes.
Mas lembremo-nos sempre que o brilho que emana do Mestre permanecerá durante todos os momentos. 
Basta termos "olhos para ver".

Wilton Pontes

DOMINGO, 9 DE DEZEMBRO DE 2012

DOMINGO, 2 DE DEZEMBRO DE 2012

SEGUNDA-FEIRA, 12 DE NOVEMBRO DE 2012

TERÇA-FEIRA, 30 DE OUTUBRO DE 2012

QUINTA-FEIRA, 25 DE OUTUBRO DE 2012

TERÇA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2012

QUARTA-FEIRA, 10 DE OUTUBRO DE 2012

QUARTA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2012

SEGUNDA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2012

TERÇA-FEIRA, 24 DE JULHO DE 2012